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Rock Brado
 


Discos muito bons mas que eu acho que passaram meio batidos – 1

 

 

Essa nova série do blog do Eremita é para registrar aqueles discos muito bons da história do Rock mas que passaram meio batidos. Todo mundo tem vários em suas discotecas, não é verdade? Resolvi começar com dois caras que são de uma das bandas mais famosas da história: Pink Floyd. Até o vizinho de caverna do Eremita conhece o Floyd. De vez em quando ele dá um tempo nas trilhas sonoras de novela e coloca “Another brick on the wall”. A sorte do Eremita é que cavernas não são como conjuntos habitacionais e a dele fica várias montanhas além. Mesmo assim, em dias quietos dá para ouvir ao longe sua voz miserável cantando aquela versão brazuca engraçadinha “atirei o pau no gato...”.  Embora os caras do Floyd tenham cometido essa progressive-disco, é inegável que a maioria da sua herança musical é da melhor qualidade. Isso se estende a dois dos discos-solo. Em 1978, Richard Wright e David Gilmour lançaram duas obras maravilhosas (querem as letras? No site “Arquivos do Eremita” tem! É grátis!). Vamos começar pela que maravilha mais os ouvidos do Eremita: “Wet Dream”, do Rick Wright. Sua banda de apoio é Mel Collins (sax de aluguel, mas mais conhecido pelos trabalhos com o King Crimson); Snowy White (guitarrista idem, que passou rápido pelo Thin Lizzy); Reg Isadore (baterista da banda de Robin Trower – tocou no “Bridge of Sighs”) e Larry Steele (baixista, curriculum desconhecido pelo Eremita). O maravilhoso disco intercala faixas instrumentais com cantadas. Estas últimas, sempre na voz contida, suave e ligeiramente melancólica de Rick. É um disco para relaxar. As melodias são belíssimas. Existe um certo padrão nas composições (o que, neste caso está longe de indicar monotonia): o início é com o piano, seguem as estrofes e os solos, em geral de sax e de guitarra, com o teclado fazendo o fundo, o clima. Nenhuma faixa longa, mas todas com o pedigree floydiano. Da mesma forma que o primeiro solo do David Gilmour (sem título). Apenas Gilmour na guitarra e vocal, mais Rick Willis no baixo (Foreigner?) e Willie Wilson na bateria (esse o Eremita não conhece). Seria algo como um “power-trio progressivo”, mas o disco tem boa produção. Rola um teclado aqui e ali (parte tocada pelo próprio Gilmour), tem vocalistas de apoio, guitarras-base em overdub e outros recursos que temperam bem o som. Daria para repetir várias frases do comentário anterior: é maravilhoso, tem o DNA floydiano, algumas faixas instrumentais, a vocalização suave, os belos solos de guitarra... Sabe aqueles da fase “Wish you were here” e “Animals”? O disco do Gilmour tem aos montes. Tem um fato histórico incrível em comum entre os dois discos: ambos saíram em vinil do Brasil, lá, no longínquo final dos anos setenta! O Eremita trocou as suas versões em LPs nacionais por CDs importados (se os CDs saíram no Brasil o Eremita, velho ignorante, não sabe). Da mesma forma que no caso do Wet Dream, o primeiro solo do David Gilmour tem uma outra coisa muito importante em um disco: as músicas são boas! Maravilhosas! Parece óbvio, não? Nem tanto. Os exemplos podem vir desses dois mesmo: ambos têm outros discos-solo muito mais fracos, que o Eremita também tem: “About face”, do Gilmour e “Broken China”, do Wright. Nenhum desses entrará nesta série. Recomendado pelo Eremita para aqueles que gostam de boa música, ou do Pink Floyd, ou do David Gilmour, ou do Richard Wright, ou de Rock Progressivo ou de bruschetta.

 

 



Escrito por cucci às 23h19
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