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Rock Brado
 


O Eremita continua gastando bits na Internet!

 

Além deste blog, o Eremita ainda difunde (ôpa!) bagulhos roqueiros em outros dois sites: um é o “Arquivos do Eremita”, onde podem ser baixadas muitas letras de bons discos de Rock, com um tratamento gráfico refinadíssimo, cuja concepção artística é do próprio Eremita (ai, ai). O outro é um site de compartilhamento, onde foram colocadas reportagens da década de 70 sobre o Purple, que podem ser baixadas gratuitamente. Neste último, batizado de “Arquivos do Eremita – Caixa 2”, pode também ser baixada a Discografia Brasileira do Deep Purple. Uma obra de intensa pesquisa e arqueologia, com a qual você aí – é você mesmo! – pode colaborar, sem receber nada em troca, é claro.

 

Arranquem-me meus últimos centavos!

  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Tem uma velha piada na qual uma amiga fala para a outra: “sabia que meu marido depois que casou comigo se tornou milionário?”. “Puxa, e o que ele fazia antes?” “Ele era bilionário...”. Com os fãs do Purple é mais ou menos assim. Vários que eu conheço empobreceram tentando comprar todos os discos, que não param de sair. Poucas bandas devem vender tão bem como o Purple. Só isso justifica a quantidade ininterrupta de lançamentos a cada ano. Provavelmente é a única banda do mundo que tem mais discos ao vivo do que de estúdio. E estes não são poucos (18, se não errei na conta). O segundo ao vivo, “Made in Japan”, de 1973, mostrou ao mundo que o Purple era uma banda extraordinária no palco. Pois bem, só de “Made in Japan” em CD existem 3 versões! O Purple chega ao cúmulo de ter os seus discos piratas mais famosos lançados oficialmente, com a reprodução da “capa original”, se é que se pode chamar assim. Quem é que tem renda para comprar tudo? Mas, vamos faturar mais ainda - todos os álbuns da grande fase da banda, ou seja , do “In Rock” até o “Burn”, foram objeto de relançamentos comemorativos dos 25o , 30o etc aniversários. O primeiro deles, o do “In Rock”, tinha um monte de atrativos, com várias faixas extras e algumas coisas inéditas. O nível de novidades foi caindo até que a edição de 30o aniversário do lançamento do “Burn” não trouxe nenhuma faixa inédita, só remixes. Há pouco tempo foi a vez do álbum que sucedeu o Burn – foi lançada (inclusive no Brasil!) a edição do 35o aniversário de surgimento do Stormbringer. O pacote é composto por um CD, um DVD e um livreto. Este último segue o padrão dos demais relançamentos, ou seja, é excelente. Longo texto, com muita informação e ótimas ilustrações. O DVD é apenas áudio (!), trazendo a versão quadrifônica do LP, que havia saído somente nos EUA. É esquisita essa história de ter um DVD só para o áudio, ainda mais nesse caso, onde as diferenças entre a gravação apresentada e a original, em estéreo, são mínimas. Para não dizer que não há imagem nenhuma, durante a exibição de cada faixa a tela fica fixa em uma das fotos do encarte. No CD tem outras novidades, que não são muitas. A gravação original foi remasterizada, deixando o som sensivelmente melhor, com mais nitidez. Além das 9 faixas do disco normal, foram colocadas mais 5, sendo que 4 trazem versões remixadas por Glenn Hughes. Das extras, duas merecem destaque. “Hold on” tem os vocais diferentes da versão original. A diferença é pequena, apenas detalhes na entonação, mas não deixa de ser curioso. A última faixa do CD é um pouco mais interessante. Uma versão instrumental de “High Ball Shooter”, que traz um solo do Blackmore no lugar do original, feito pelo Lord. Tudo isso, ou seja, mais do mesmo, por R$ 50,00. Não vamos perder tempo vendo sentido nesse tipo de coisa – fã é assim, compra tudo. Ele existe para alimentar a indústria das lembranças. O que será que vai sair na edição de 35 anos do “Come taste the band”? Ôpa, peraí, não foi deste disco que lançaram um CD duplo com a gravação dos...ensaios?



Escrito por cucci às 22h29
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