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Rock Brado
 


Juntando, emendando, alinhavando e arrematando

 

Desta vez vou juntar algumas ideias das postagens recentes devido a certas coincidências que rolaram entre elas. Começando pelo anterior, com aquela definição do que seria o Blues. Lá é citada aquela palavrinha obrigatória quando alguém fala do tema: mojo.  Tem uma revista de música editada na Inglaterra com o mesmo nome e que na mais recente edição publicou sua lista de discos estranhos. Ora, ora. Copiaram o Eremita! Afinal já foram quatro (ou cinco, sei lá, agora não tô a fim de conferir) textos deste escriba com o título “discos estranhos da minha coleção”. Mas, isso não é nenhuma novidade. Jornalistas ingleses estão entre os leitores mais frequentes deste pneumático blog. São copiadores por excelência. Emendando, vou comentar da minha mais recente aquisição estranha: “Sin-atra”. Assim mesmo, com o hífen, separando o “sin” (pecado, em inglês) do resto – uau, ainda tenho muito que aprender sobre trocadilhos antes de me lançar no mercado da comédia  stand-up! Quem poderia imaginar uma dessa: um tributo ao cantor americano feito por músicos de Rock pesado. Como esse disco foi entrar na minha seletíssima coleção? A voz em uma das faixas é do Glenn Hughes. Nem ele se salva desse que é um dos piores discos que já ouvi na vida (e olhe que eu sou velho). O único mérito do álbum é que descolaram as regravações dos arranjos originais. Ou seja, não são aqueles tipos de covers que repetem nota por nota os originais. Na verdade, seria meio difícil fazer um disco de Rock com músicas do Sinatra mantendo os arranjos, mas, sei lá, estou só tentando achar uma coisa boa nessa josta. Pelo menos só perdi dezessete reais nesse embuste que, quem diria, é produzido pela esposa do Dio, Wendy. Alguém mais atento pode estar pensando: “quer dizer que ele comprou o disco só porque o Hughes canta em uma faixa?”. A resposta é sim. Fãs fazem essas coisas. São os mais fáceis de ter seu dinheiro subtraído pelas gravadoras. Alinhavando, vamos ao tema seguinte. Recentemente chegaram às lojas brasileiras (ôps, força do hábito – não existem mais lojas de discos por aqui) mais duas dessas iscas pega-fãs do Purple. A primeira é, oh, não, outra!, sim outra versão do “Made in Japan”. A história em CD desse que é o melhor disco ao vivo de Rock de todos os tempos começa com o lançamento da versão similar à do vinil. Até aí, normal. Depois foi lançada uma versão com três discos, cada um trazendo um dos shows no Japão que tiveram suas músicas selecionadas para compor a versão original. Ótimo, um item muito interessante. Aí veio uma edição remasterizada (reproduzi a capa, na qual as cores foram invertidas em relação à matriz). Pronto, começou a esculhambação. Essa versão não acrescenta nada e só arranca o dinheiro dos fãs. O som original é tão bom que esses tratamentos de estúdio (a tal remasterização) pouco acrescentam. Não sendo sacanagem suficiente, há alguns meses saiu um pacote com vários discos (versões em CD e em vinil) e um monte de penduricalhos, que custa uma nota e não traz nada realmente novo. O mesmo foi feito com o “Machine Head”, que teve uma edição com nada menos do que cinco CDs! Não satisfeitos, os empresários continuaram explorando esse filão que parece inesgotável. Este mês foi lançada mais uma edição do “Made in Japan”. Esta saiu por aqui, tendo um raro destaque na mídia local. São dois CDs. O primeiro repete o conteúdo normal. No segundo disco foram colocados os encores dos três shows (na edição tripla um deles ficou de fora devido à falta de espaço). Não comprei e nem pretendo comprar esses dois últimos itens citados. O que falta vir por aí? Uma edição especial só com os aplausos? Nem vem. É duro ganhar dinheiro e não dá para torrar comprando tudo que sai por aí. Confesso que dá certa coceira de comprar, mas, o que é isso! Vou ser firme! Quarenta reais só por conta de um livreto, que é a única real novidade? O mesmo vale pelo outro lançamento, batizado de “In Concert ‘72”. Trata-se da mesma gravação ao vivo que saiu em vinil em 1980 como “In Concert” e depois em CD (1992) com o mesmo nome. Só que esse último trouxe a apresentação completa, pois na edição em vinil limaram duas músicas. Arrematando, como citei, ambos receberam algum destaque por aqui, com matérias na Folha e na Veja. Como sigo de olho atento na mídia, vamos às incorreções.  Na revista, que só comentou o “Made in Japan”, foi citado que o Purple foi gravar o disco no Japão para fugir dos impostos ingleses, o que não é verdade. Os empresários japoneses é que pediram para que os shows fossem gravados para aquilo que seria um disco para venda só no mercado oriental. Como o resultado final foi estupendo, depois ele foi lançado no mundo todo. Para completar, ilustraram a matéria com uma foto da formação do Purple com o Coverdale e o Hughes (a conhecida como MK III), que não estão no disco. A matéria da Folha está melhor e abrange os dois discos, citando que o “In Concert ‘72” tem como faixa bônus a inédita gravação da passagem de som antes do show, quando tocaram “Maybe I’m a Leo”...Putz, lá se foi minha força de vontade. Parando por aqui. Tenho que sair. Esse vou ter que comprar. Lá se foi minha força de vontade...



Escrito por cucci às 19h55
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